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Psicólogas(os) credenciadas(os) pela Polícia Federal participaram de encontro no CRP-MG
 
Publicado em 5/9/2017

No último sábado, 2/9, foi realizado no Conselho Regional de Psicologia - Minas Gerais (CRP-MG), o 1° Encontro de Psicólogas(os) Mineiras(os) credenciadas(os) à Polícia Federal para Avaliação Psicológica para Porte e Aquisição de Arma de Fogo. O evento é uma parceria Conselho Federal de Psicologia (CFP) – Secretaria de Orientação Ética, Polícia Federal de Minas Gerais - Comissão de Fiscalização e CRP-MG, por meio da Comissão de Avaliação Psicológica.

O encontro foi um momento de diálogo e alinhamento entre as psicólogas(os) credenciadas(os) e a Polícia Federal, com o intuito de esclarecer as dúvidas das(os) profissionais. “O objetivo desse encontro é que as(os) psicólogas(os) que são credenciadas(os)  para porte de arma de fogo tragam as suas maiores dificuldades e as suas sugestões. Dessa forma, poderemos agregar as propostas e levar formalmente aos órgãos, contribuindo para uma Psicologia mais forte e eficaz”, explicou a psicóloga e colaboradora do CRP-MG, Elza Lobosque.

Durante o debate, o chefe da Delegacia de Controle de Armas e Produtos Químicos da Polícia Federal (PF) de Belo Horizonte, William Rotheia, explicitou que a avaliação psicológica é uma etapa fundamental do processo de porte de arma, por isso deve ser pautada pela ética.

Atuação do CRP-MG - O conselheiro e coordenador da Comissão de Avaliação Psicológica do CRP-MG, Délcio Guimarães, falou sobre a importância do evento não só para as(os) profissionais credenciadas(os), mas também para a própria Comissão de Avaliação Psicológica do Conselho. “Questões como os instrumentos de trabalho e a tabela de honorários devem ser discutidas pela comissão e levadas para a PF, para que exista uma equiparação na atuação de todas(os) as(os) psicólogas(os), inclusive do interior do estado”, exemplificou o conselheiro.

O coordenador da Comissão de Avaliação Psicológica também apresentou a proposta de se criar Grupos de Trabalho sobre Avaliação Psicológica nas subsedes do CRP-MG. “A ideia é não só discutir a avaliação psicológica no âmbito do porte de arma de fogo, mas também trazendo questões que envolvem a ética profissional. Por isso, os próximos encontros poderão ser abertos para as pessoas que tenham afinidade com a avaliação psicológica no sentido da ética e da instrumentalização”, explicou Délcio Guimarães.